FOTOS - Festival OMI 2012

Conheça os Participantes / Artistas

Conheça os participantes das intervenções culturais:

Ana Amélia Lage Martins:

graduada em Biblioteconomia pela Escola de Ciência da Informação da Universidade Federal de Minas Gerais e Mestre em Ciência da Informação pela mesma escola. É editora temática do Caderno Por Dentro do Vale – Jornal Tribuna, dedicado à cultura, turismo, história e memória do Vale do Paraopeba/Serra da Moeda. Pesquisa principalmente os seguintes temas: mediação, informação e campo social e movimentos sociais. CV: http://lattes.cnpq.br/7998119064662309.

Associação Velha Guarda da Faculdade do Samba de Belo Horizonte:

a capital mineira tem uma tradição de samba que data da primeira metade do século passado. Os componentes do grupo Velha Guarda do Samba de Belo Horizonte – que fundaram recentemente a entidade cultural sem fins lucrativos Associação Velha Guarda da Faculdade do Samba de Belo Horizonte – são herdeiros desta tradição e há anos vêm fazendo shows, gravando CDs, participando de documentários e de reportagens de televisão e jornais da capital mineira. O grupo Velha Guarda do Samba de Belo Horizonte tem feito shows desde 2001, e participaram de vários documentários sobre a cena cultural da capital. http://faculdadedosambadebh.blogspot.com.br/

Dona Jandira:

Nascida em Maceió, Alagoas, no ano de 1938. Iniciou seus estudos musicais ainda criança, com a mãe, que era professora de piano e acordeom. Devido aos preconceitos da época, não recebeu incentivo para seguir a carreira musical. Dona Jandira se formou em Pedagogia e optou pela profissão de educadora, na qual trabalhou por longo tempo. Depois dedicou-se ao artesanato, motivo pelo qual participou de um evento em Recife, onde surgiu o convite para trabalhar em Minas Gerais. Chegando em MG se instalou na cidade de Ouro Branco, e algum tempo depois foi morar no pequeno distrito de Itatiaia, onde reside até hoje. Sua carreira musical começou no final de 2004, aos 66 anos, quando necessitou de uma carteira profissional de músico, pelas atividades desenvolvidas com o coral infantil que criou na cidade onde mora. Quando procurou a Ordem dos Músicos do Brasil, encontrou o músico e produtor José Dias, que ficou encantado com a força e o talento desta excepcional cantora. Começou então, uma parceria que obteve os melhores resultados possíveis e em pouco mais de quatro anos de carreira, obteve total aceitação de público e crítica. Desde então tem sido considerada uma grande revelação da música em Minas Gerais. http://www.donajandira.com/.

Grupo Codinome Favela:

Grupo Codinome Favela: formado por Túlio Fernandes, Daniel Adriano e Sandra Santos, o grupo surgiu em 2004, criado por moradores da periferia que trazem em suas músicas questões sociais e culturais do cotidiano. As influências musicais são muito diversas, indo do clássico ao contemporâneo, mas acreditando sempre no valor da diversidade. Em 2009, lançaram o cd Não vou me Omitir, com o produtor Ronam de Freitas. Em 2012, iniciaram um trabalho com as escolas municipais da comunidade (Aglomerado Serra) e, desde então, aliam sua ação a uma proposta educacional direcionada, dando oficinas de rap, promovendo eventos, encontros de discussão e propondo ações de mobilização para intervenções na comunidade. Em parceria com outros grupos, o Codinome Favela fez parte do Coletivo Gera Ação, que trouxe a discussão sobre a democratização dos meios de comunicação e a representatividade da periferia nas mídias convencionais. Com essas ações, deram-se parcerias com três emissoras de rádio, a Rádio Pé da Serra e a Caracol (ambas comunitárias) e a Rádio UFMG Educativa em parceria com o grupo Conexão Periférica. Com a Associação Imagem Comunitária (AIC) fizeram o vídeo institucional do Coletivo Gera Ação e o doc. Independente Gera Ação Periférica. Em 2010, participaram da Conferência Municipal de Comunicação, onde conseguiram elaborar propostas que foram encaminhadas à Conferência Nacional.

Grupo Teatral Apàló:

A Bela Arte d’África: este é o primeiro grupo teatral africano de Minas Gerais. É um espaço aberto para quem quer atuar, cantar, tocar, dançar, e aprender as diversas artes africanas. A palavra Apàló em língua Yorùbá significa guardadores das histórias do povo, ou seja, historiadores tradicionais. Os Apalós, além de guardarem as essências, valores culturais e histórias da etnia, contam as lendas sob formas artísticas se utilizando de músicas, danças dramáticas e outras formas de narração bem envolventes. Direção: Samuel Ayòbámi Akínrúlí. Elenco: Cássio Marcelo Gomes Vieira, Felipe Baptista Soares, Flávia Soares, Maria Edite Martins Rodrigues, Priscilla Heloíza dos Santos, Tainá Lima, Túlio Fernandes Francisco de Jesus. www.insod.org.

Lelo Black:

desde 1999 é atuante no movimento Hip Hop, como MC do Grupo Fator R. Grafiteiro a partir do ano de 2004, oportunidade na qual realiza trabalhos de decoração e pintura por meio de oficinas e workshops. Atualmente, desenvolve trabalhos de introdução da cultura afro na Escola Integrada, e também promove intervenções artísticas através de grafite, instalações, esculturas e arte-reciclagem.

Miriam Hermeto de Sá Motta:

Professora do Departamento de História da FAFICH/UFMG. Autora do livro "Canção Popular Brasileira e Ensino de História" (Autêntica, 2012), de artigos científicos e de divulgação, livros didáticos e paradidáticos, tem tomado as relações entre história, cultura, política e ensino-aprendizagem como seu objeto de estudos. Na aula-show, da qual é coautora, apresenta-se como cantora e professora. CV: http://lattes.cnpq.br/7537281411726187.

Ricardo Alexandre de Freitas Lima:

Jornalista com formação complementar em Ciências Sociais, mestre em História e aluno de Composição na UFMG. É professor da pós-graduação da PUC, onde leciona as disciplinas de Paisagens Sonoras, História da MPB e Museologia. Trabalha como arte-educador no projeto Arte Educação Digital em BH. É professor da Faculdade Promove e professor associado à UFOP. Lida profissionalmente com música há 20 anos, sendo formado pelos principais núcleos de estudos musicais e artísticos de Minas. Na aula-show, apresenta-se como professor e cantor. CV: http://lattes.cnpq.br/8531947607646105.

Stephens Robert Wells:

a tornearia artística surgiu em sua via a partir de seu talento artesanal, cativado desde a infância, aliado à paixão em criar esculturas de madeira e a sua formação, que inclui cursos com Russ Zimmerman. O norte-americano de Miami, atualmente residente no Brasil, realiza diversos projetos que englobam o desenvolvimento de peças em alto padrão de qualidade, que vão desde móveis e adornos. A biodiversidade do Brasil lhe propicia a atuação de forma sustentável: a “tornearia proporciona às árvores uma segunda chance”. http://www.stephenwells.com.br/.

Tainá Lima Nascimento:

graduanda em Design de Moda pela UFMG, com habilitação em Artes Visuais, é formada nos cursos de aquarela, pintura com acrílica, desenho da figura humana, desenho da moda e desenhando com o hemisfério direito do cérebro, pela Maison da Arte.

Willian Mota – O Marginal:

graduado em Artes Plásticas pela Escola Guignard, e especialista em Artes Visuais pelo SENAC, William Mota Ricardo desenvolve seus trabalhos com intervenções urbanas, objetos, instalações e pinturas, a partir de referências da cultura africana, brasileira e suas africanidades.